Pedofilia: a Santa Sé realmente ignorou as denúncias da ONU?

Relatório da ONU vai além dos direitos das crianças e critica doutrina sobre homossexualidade, casamentos entre pessoas do mesmo sexo e contracepção

Pio XI: "condenou os totalitarismos e valorizou as comunicações na propagação do Evangelho", diz Agostino Gavazzi, a 75 anos de sua morte

Em 10 de fevereiro de 1939 morria o Papa Pio XI. Eleito Pontífice em 1922, o Papa Achille Ratti guiou a Igreja universal por 17 anos, num período histórico difícil. Entre os aspectos significativos do seu Pontificado estão os Pactos Lateranenses com o Estado italiano em 1929; a criação da Rádio Vaticano em 1931 e a condenação explícita dos totalitarismos.

"Quando presenciei a renúncia de Bento XVI"

Texto escrito pelo Ir. Rodrigo M. Luna, criador do Blog Católicos Tradicionais. Descreve alguns pontos de sua viajem à Roma e como foi sua reação ao presenciar a renúncia do Papa Bento XVI

Meditações sobre a gravidade do Pecado e do Inferno

O Inferno é uma realidade, um dogma da Igreja. Não podemos nos escusar de nossas dívidas para com Deus apenas evitando acreditar na existência do Inferno. "Não é católico quem não acredita no Inferno"

[Artigo] Os três tipos de católicos

"Existia uma alma que se encontrava em cima de um muro. De um lado do muro haviam anjos que pediam para que a alma fosse para o lado deles. Do outro lado havia os demônios que estavam calados diante de tudo aquilo. A alma perguntou aos anjos o porquê deles clamarem tanto enquanto os demônios se calavam. Eis que a resposta veio justamente de um dos demônios, que disse: "O muro a nós pertence"."

Era necessário que Cristo ressuscitasse?

Veja aqui a explicação para tal questionamento.

Conheça e divulgue a devoção da Medalha Milagrosa de Nossa Senhora!

A Virgem Santíssima prometeu várias graças a quem utilizar com devoção Sua Medalha Milagrosa. Divulgue-a!.

Publicações dos Leitores do Blog

Esta página foi criada com o fim de expor/divulgar as publicações que recebemos dos nossos leitores, enviadas via página do Facebook do Blog ou por e-mail após analisadas. As publicações postadas aqui devem conter as seguintes restrições

sábado, 19 de abril de 2014

Sábado Santo: Jesus jaz no túmulo


O que se passou com os Apóstolos enquanto Nosso Senhor estava no sepulcro? A Escritura nos diz pouco a esse respeito.

Qual terá sido o estado de espírito deles, quando Jesus morreu? A terra tremeu, o céu trovejou, o véu do Templo se rasgou e os cadáveres dos justos percorriam a cidade com espantosa severidade.

O que eles sentiram? Como deveriam estar abatidos, envergonhados e provavelmente dispersos!

Após o terremoto e as trevas, um trabalho misterioso da graça fê-los procurar Nossa Senhora. E procurando-A, encontraram-se uns aos outros.

Quando a Igreja Católica é crucificada, é o momento de se aproximar especialissimamente de Nossa Senhora. Junto a Ela, confiar indefectivelmente na Igreja, amá-la acima de todas as coisas; vincularmo-nos a Ela, como filhos incondicionais.

Haverá um momento em que assistiremos à mais prodigiosa vitória da Igreja em todos os tempos. Nossa Senhora predisse em Fátima: ‘Por fim o meu Imaculado Coração triunfará’. Toda vitória de Maria é [também] da Santa Igreja.


sexta-feira, 18 de abril de 2014

Crucifixão e morte de Nosso Senhor Jesus Cristo: Sexta-feira Santa



O povo judaico gemia porque o Messias não vinha. Mas quando veio, se pôs a persegui-Lo. Ele praticou milagres, entusiasmou o povo.

A classe sacerdotal, a classe alta política, teve medo: ‘Quem é este homem que leva atrás de Si as multidões? O que restará do nosso poder? Ele é perigoso para nós!’.

A perseguição começou à maneira muito moderna: por uma guerra de calúnias e perguntas retorcidas, cheias de ciladas, montadas nos laboratórios da insinceridade.

A resposta divina era simples, direta, luminosa e pulverizadora!

Pôncio Pilatos só O condenou devido a uma jogada política dos sacerdotes. Disseram eles: ‘Se tu não condenares Cristo à morte, tu não és amigo de César!’ (Jo 19,12).

E Pilatos, mole e de maneira vil, diante da idéia de perder o cargo de governador da Judéia, mandou matá-Lo.

Pilatos começou parlamentando com a populaça, e propôs: ‘Quem desejais que seja solto: Jesus ou Barrabás?’ (Mt 27,17).



Barrabás era o chefe de um bando sedicioso. Era o pináculo da infâmia e do malfazejo. Jesus era símbolo da dignidade do povo judeu. Ele era o descendente de David, a figura mais eminente do Antigo Testamento. Só tinha passado pela Terra fazendo o bem.

Pilatos, sempre centrista, achou que os judeus não seriam tão maus que chegassem a preferir Barrabás a Jesus. Ele não compreendia que, quando os homens não seguem a Jesus, escolhem quase necessariamente Barrabás.


A primeira e a maior revolução de todos os tempos explodiu na Semana Santa. A revolução é, por definição, uma revolta dos que devem estar em baixo, e devem amar e obedecer aqueles que estão acima.

Nosso Senhor possuía todos os graus possíveis de superioridade sobre todo o gênero humano. A missão dos judeus era reconhecê-Lo como Homem-Deus e submeter-se a seu doce império.

Fizeram o contrário. Não O reconheceram e não Lhe tributaram nem admiração nem obediência, por maldade, por inveja.

Não quiseram a sua Lei, porque eram corrompidos e Nosso Senhor ensinava a austeridade. Revoltaram-se e mataram-No.

Foi a maior das revoluções, porque nunca se praticará tanta infâmia contra uma tão alta autoridade. A revolução protestante, a Revolução Francesa, a revolução comunista têm seu padrão arquetípico na revolta contra Nosso Senhor, o Rei dos reis.

Que a consideração de nosso Rei enxovalhado encha-nos de adoração e compaixão para com Ele e de indignação para com a revolução que O crucificou.




quinta-feira, 17 de abril de 2014

Quinta-feira Santa: Instituição da Eucaristia


Na Santa Ceia, Jesus Cristo instituiu o Santo Sacrifício da Missa. Era uma festividade, mas Ele estava profundamente triste porque um dos Apóstolos mais chegados O tinha traído: Judas Iscariotes.

Após a Ceia, Jesus foi orar no Monte das Oliveiras.

Que situação tristíssima! Os Apóstolos estavam em decadência espiritual quando chegou a Paixão. No Horto das Oliveiras, dormiram o sono do preguiçoso, dominados pela tristeza, pelo aborrecimento e medo.

Apóstolos dormem durante a Agonia de Nosso Senhor no Horto das Oliveiras

Nosso Senhor falava-lhes, e eles não davam atenção. O Divino Mestre alertava-os para a gravidade da situação, e eles se incomodavam mais ou menos. Nosso Senhor chegou a censurá-los: ‘Uma hora não pudestes vigiar comigo?’ (Mt 26,40). Eles sabiam o que tinham de fazer, mas sua atitude era outra: dormiam.

Quando Nosso Senhor foi preso, eles fugiram. Até São João Evangelista, o discípulo amado, desapareceu também.

A solidão de Nosso Senhor no Horto pode dar impressão de fraqueza. Porém, é uma prova de seu prestígio. Era preciso prendê-Lo às ocultas, porque Ele podia arrastar as multidões em seu favor.

O Sinédrio reconhecia assim o prestígio e o poder de dominação de Nosso Senhor: Ele era tão poderoso que, dentro em pouco, seus inimigos cairiam. Por isso, apressaram a conspiração. E foi assim que Nosso Senhor determinou a hora de sua morte”.


quarta-feira, 16 de abril de 2014

Quarta-feira Santa: a Igreja lembra a Traição de Judas



O Sinédrio tramava apoderar-se de Cristo. Judas indicou o meio: ‘Eu sei onde, sou discípulo d’Ele, mas quero dinheiro pelas indicações!’

Era natural que os sinedristas dessem uma boa quantia. Mas eles eram gananciosos, e Judas conformou-se com pouco, porque queria dinheiro logo.

Quando Judas apareceu para prender Nosso Senhor e osculou-O, Jesus perguntou-lhe com afeto: ‘Judas, com um ósculo tu trais o Filho do Homem?’ (Lc 22,48).

Judas não se incomodou. ‘Trinta dinheiros, o resto não importa!’ Conhecemos a resto da história, que terminou ignobilmente numa figueira.

Nosso Senhor sabia que ia ser vendido por esse preço. Zacarias havia profetizado: ‘Deram para o meu salário trinta moedas de prata’ (Zc 11,13).

Tudo se passou assim, porque Ele consentiu. O Salvador não era um vencido amarrado e garroteado, mas o vencedor que divinamente quis deixar-Se prender para a salvação do gênero humano.


terça-feira, 15 de abril de 2014

Indulgência Plenária para a Semana Santa


O Santo Tríduo Pascal e a Indulgência Plenária
Durante o santo Tríduo Pascal podemos ganhar para nós ou para os defuntos o dom da Indulgência Plenária se realizarmos algumas das seguintes obra estabelecidas pela Santa Sé.
Obras que gozam do dom da indulgência pascal:
Quinta-feira Santa
1. Se durante a solene reserva do Santíssimo, que segue à Missa da Ceia do Senhor, recitamos ou cantamos o hino eucarístico "Tantum Ergo" ("Adoremos Prostrados").
2. Se visitarmos pelo espaço de meia hora o Santíssimo Sacramento reservado no Monumento para adorá-lo.
Sexta-feira Santa
1. Se na Sexta-feira Santa assistirmos piedosamente à Veneração da Cruz na solene celebração da Paixão do Senhor.
Sábado Santo
1. Se rezarmos juntos a reza do Santo Rosário.
Vigília Pascal
1. Se assistirmos à celebração da Vigília Pascal (Sábado Santo de noite) e nela renovamos as promessas de nosso Santo Batismo.
Condições:
Para ganhar a Indulgência Plenária além de ter realizado a obra enriquecida se requer o cumprimento das seguintes condições:
A. Exclusão de todo afeto para qualquer pecado, inclusive venial.
B. Confissão sacramental, Comunhão eucarística e Oração pelas intenções do Sumo Pontífice. Estas três condições podem ser cumpridas uns dias antes ou depois da execução da obra enriquecida com a Indulgência Plenária; mas convém que a comunhão e a oração pelas intenções do Sumo Pontífice se realizem no mesmo dia em que se cumpre a obra.
É oportuno assinalar que com uma só confissão sacramental podemos ganhar várias indulgências. Convém, não obstante, que se receba freqüentemente a graça do sacramento da Penitência, para aprofundar na conversão e na pureza de coração. Por outro lado, com uma só comunhão eucarística e uma só oração pelas intenções do Santo Padre só se ganha uma Indulgência Plenária.
A condição de orar pelas intenções do Sumo Pontífice se cumpre rezando-se em sua intenção um Pai Nosso e Ave-Maria; mas se concede a cada fiel cristão a faculdade de rezar qualquer outra fórmula, segundo sua piedade e devoção.

Sugestões de posts, dúvidas e críticas, envie para: catolicostradicionais@gmail.com