Nas eleições, em quem votar?

Pe. Luiz Carlos Lodi da Cruz, do Pró-Vida de Anápolis, ensina o "método PPP" de como escolher o canditado em quem votar nestas eleições.

O Sacerdote no altar deve unir-se a Maria Santíssima no Calvário

Uma meditação acerca da atuação do sacerdote no altar, especialmente durante a consagração e o sacrifício de Cristo na Cruz em união com Maria Dolorosa como a Corredentora do gênero humano.

"O Concílio Vaticano II - Uma história nunca escrita"

O professor Roberto de Mattei responde a algumas perguntas feita pela revista Catolicismo acerca do Concílio Vaticano II e o seu novo livro, que trata do mesmo tema.

Pedofilia: a Santa Sé realmente ignorou as denúncias da ONU?

Relatório da ONU vai além dos direitos das crianças e critica doutrina sobre homossexualidade, casamentos entre pessoas do mesmo sexo e contracepção

Sacerdote francês converte região de maioria muçulmana

Com uma conduta de verdadeiro "Alter Christus", este sacerdote converte uma região francesa onde a maior parte da população era muçulmana.

Meditações sobre a gravidade do Pecado e do Inferno

O Inferno é uma realidade, um dogma da Igreja. Não podemos nos escusar de nossas dívidas para com Deus apenas evitando acreditar na existência do Inferno. "Não é católico quem não acredita no Inferno"

Conheça e divulgue a devoção da Medalha Milagrosa de Nossa Senhora!

A Virgem Santíssima prometeu várias graças a quem utilizar com devoção Sua Medalha Milagrosa. Divulgue-a!.

Publicações dos Leitores do Blog

Esta página foi criada com o fim de expor/divulgar as publicações que recebemos dos nossos leitores, enviadas via página do Facebook do Blog ou por e-mail após analisadas. As publicações postadas aqui devem conter as seguintes restrições.

quarta-feira, 15 de outubro de 2014

Quanto vale a mãe piedosa


Uma criança que tenha recebido instrução religiosa numa família verdadeiramente cristã sabe muitas coisas que uma outra, sem esses meios, terá de aprender com muito esforço. Conhece o sinal da cruz e sabe que existe uma vida eterna.


A mãe pôs na sua alma o temor de Deus, Criador do céu e da terra, como o mais precioso tesouro. Antes de ir à escola conhece tudo o que diz respeito ao Paraíso, à serpente, a Caim e Abel; sabe do nascimento de Cristo em Belém, da multiplicação dos pães, dos muitos milagres do Senhor e do Seu amor pelas crianças que O levou a dizer: "deixai que as crianças venham a mim e não lho proibais"; e sabe também dos Seus sofrimentos e Morte e Ascenção aos céus.

O filho de uma mãe cristã conhece perfeitamente os fundamentos da nossa fé e o teólogo mais sábio não lhe poderia ensinar coisas novas. Uma vida que está edificada sobre rocha firme: as tormentas e as chuvas não poderão destruí-la... Esse caminho da entrega total do coração a Deus é a mãe que no-lo ensina.

As mães ricas podem deixar aos filhos uma rica herança de bens materiais mas nunca um bem é mais valioso que a fé. Se qualquer mãe humilde não puder deixar a seu filho outro te-souro além da fé, deixou-lhe, sem dúvida, uma boa herança. Talvez o filho não o reco-nheça, de início, mas, no último momento, compreenderá quanto vale a mãe piedosa.

A experiência dos diretores de almas e dos professores conclui que a alma das crianças está mais aberta ao sobrenatural que a alma dos adultos. Compreende-se assim o grande cuidado do Senhor pelas almas das crianças.


(A mãe, pelo Cardeal Mindszenty)

Créditos ao excelente blog: catolicosribeirao.blogspot.com.br

A Adoração de Súplica de Maria Santíssima


I. Maria dedicava-se totalmente à glória de Jesus na Divina Eucaristia. Sabia que o desejo do Pai Celestial era vê-la conhecida, amada e servida por todos; sabia também que o Coração de Jesus sente, por assim dizer, necessidade de comunicar aos homens todos os seus dons de graça e de glória; que a missão do Espírito Santo é difundir e aperfeiçoar nos corações o reinado de Jesus Cristo; que a Igreja foi expressamente fundada para dar Jesus ao mundo; por isto, todo o desejo de Maria era torná-lO conhecido em seu Sacramento; seu imenso amor para com Jesus tinha necessidade de expandir-se e dilatar-se para, de algum modo, compensá-la da impossibilidade em que se achava de glorificá-lo tanto quanto houvera desejado.

Desde o Calvário, todos os homens se haviam tornado seus filhos; amava-os com ternura de mãe e desejava-lhes tanto bem quanto a si mesma; eis a razão pela qual anhelava ardentemente dar a conhecer a todos Jesus Sacramentado, inflamar em santo amor os corações e prendê-los ao seu amável serviço.

A fim de conseguir tal graça, a Santíssima Virgem desempenhava aos pés da Eucaristia uma missão perene de oração e de penitência; ali tratava da salvação do mundo, e em seu imenso ardor abraçava as necessidades dos fiéis de todos os lugares e de todos os tempos vindouros que haveriam de herdar a devoção à Divina Eucaristia, consagrando-se ao seu ser-vocação à Divina Eucaristia, consagrando-se ao seu serviço.

Entretanto, a missão mais cara ao seu coração, era e trabalhos dos Apóstolos e dos demais membros do Sacerdócio de Jesus Cristo. Não é, pois, de estranhar que estes obreiros apostólicos convertessem tão facilmente nações inteiras, pois que Maria, permanecendo aos pés do trono das misericórdias, implorava para eles a bondade do Senhor. Sua oração convertia as almas e visto que toda a conversão é fruto da prece e que a súplica de Maria não poderia sofrer recusa, é evidente que os Apóstolos possuíam nesta Mãe de bondade sua melhor auxiliar. "Bem-aventurado aquele por quem Nossa Senhora reza."

segunda-feira, 13 de outubro de 2014

Religiosos membros da maçonaria: denúncia do santo Padre Pio de Pietrelcina






O ímpio século XX teve dois grandiosíssimos santos, ambos franciscanos: o polonês São Maximiliano Maria Kolbe e o italiano São Pio de Pietrelcina, ou Padre Pio, como é popularmente conhecido.

Eles sempre denunciaram a maior organização criada pelos filhos das trevas para corromper as almas: a maçonaria.

O combate de São Maximiliano Maria Kolbe a essa seita é conhecido de seus verdadeiros devotos. Quanto  ao Santo Padre Pio, muitos só falam de seu hospital para cuidar dos doentes, como se ele não passasse de  “um bom velhinho”, esquecendo ou omitindo suas denúncias contra a maçonaria que, no decorrer dos séculos, vem destruindo na sociedade a noção de civilização cristã, do bem e do mal, do certo e do errado.

Cumpre frisar que embora muitas pessoas não façam parte dos planos da maçonaria ou sejam membros desta, se possuírem um espirito revolucionário, igualitário, a favor do comunismo, da destruição da propriedade privada, do divorcio, do aborto e das práticas homossexuais, acabam por se filiar indiretamente a essa seita.

É muito conhecida a denúncia de São Kolbe aos embustes demoníacos da seita maçônica, feitos a  pessoas da sociedade temporal (governantes em geral). O Padre Pio, por sua vez, denuncia os religiosos que fazem parte da referida seita, como veremos a seguir, em carta que ele escreveu ao seu diretor espiritual, a qual dispensa comentários:


Meu caríssimo Padre,

Na sexta-feira pela manhã, eu ainda estava na cama quando Jesus me apareceu. Estava todo maltratado e desfigurado. Ele me mostrou uma grande multidão de sacerdotes regulares e seculares, entre os quais vários dignitários eclesiásticos; destes, uns estavam celebrando, outros falando, e outros se despindo das vestes sagradas.

Como a visita de Jesus angustiado causava-me muita dor, eu quis Lhe perguntar por que Ele sofria tanto. Não obtive resposta. Contudo, seu olhar recaiu sobre aqueles sacerdotes; mas, pouco depois, quase como se estivesse horrorizado e cansado de ver, Ele retirou o olhar e, quando o pousou sobre mim, com grande horror observei duas lágrimas que Lhe sulcavam  o rosto. Ele se afastou daquela multidão de sacerdotes com uma grande expressão de desgosto em seu rosto, gritando: "Açougueiros!".

E voltando-se para mim, disse: “Meu filho, não creia que minha agonia durou apenas três horas, não; Eu estarei, por causa das almas mais beneficiadas por Mim, em agonia até o fim do mundo. Durante o tempo de minha agonia, meu filho, não se deve dormir. Minha alma vai à procura de qualquer gota de piedade humana, mas ai daqueles que me deixam sozinho sob o peso da indiferença. A ingratidão e o sono dos meus ministros tornam mais aguda a minha agonia.

Ai daqueles que correspondem mal ao Meu amor! E o que mais Me aflige e custa, é que à indiferença eles somam o desprezo, a incredulidade. Quantas vezes estive para fulminá-los, se não fosse impedido pelos anjos e pelas almas que Me veneram... Escreva ao seu diretor espiritual e narra-lhe tudo o que viu e ouviu de Mim esta manhã. Diga a ele que mostre sua carta ao Padre provincial...”

Jesus ainda continuou, mas o que me disse jamais poderei revelar a nenhuma criatura deste mundo. Esta aparição causou-me tanta dor no corpo, e mais ainda na alma, que durante todo o dia fiquei prostrado e achei que ia morrer, se o dulcíssimo Jesus já não me tivesse revelado...

Jesus tem infelizmente razão de lamentar de nossa ingratidão! Quantos de nossos irmãos desgraçados não correspondem ao amor de Jesus lançando-se de braços abertos na infame seita da Maçonaria! Oremos para  que o Senhor ilumine suas almas e toque seus corações.”


 Fonte: Lettera di Padre Pio al Suo Padre spirituale P. Agostino, in "Padre Pio da Pietralcina-Epistolario I”, Lettera N°123, Pietrelcina 7 aprile 1913, pp.350-352, ed "Padre Pio da Pietrelcina", 2002. (http://www.gris-imola.it/esoterismo/PadrePiomassoneria.php)

Retirado do blog: http://escritosdesaomaximilianomariakolbe.blogspot.com.br/

Um testemunho que não será ouvido no Sínodo dos Bispos: "Redefinição do Casamento prejudica mulheres como eu — e nossos filhos"

Rompendo o Silêncio: Redefinição do Casamento prejudica mulheres como eu — e nossos filhos.

Janna Darnelle é uma mãe, escritora e ativista contra a redefinição do casamento. Ela monitora e presta assistência a outras famílias atingidas pela homossexualidade. 
Por Janna Darnelle – The Witherspoon Institute | Tradução: Gercione Lima – Fratres in Unum.com – Cada vez que mais um Estado redefine o casamento, o noticiário fica repleto de histórias felizes de casais de gays e lésbicas e suas novas famílias. Mas, por trás desses grandes sorrisos e fotografias ensolaradas, estão outras muito mais dolorosas. Elas permanecem secretas, trancadas no armário escuro e são suprimidas. Aqueles que ousam falar são silenciados em nome do “casamento igualitário”.
Mas eu me recuso a permanecer em silêncio.
Eu represento uma das histórias reais que são mantidas nas sombras. Eu, pessoalmente, senti a dor e devastação provocada pela propaganda que destrói famílias naturais.
O Divórcio 
No outono de 2007, meu marido de quase 10 anos me revelou que ele era gay e queria o divórcio. Em um instante, o mundo que eu tinha conhecido e amado, a vida que tínhamos construído juntos, foi despedaçada.
Eu tentei convencê-lo a ficar, se agarrar ao que tínhamos e lutar para salvar nosso casamento. Mas a minha voz, meus desejos, minhas necessidades e as dos nossos dois filhos pequenos não mais tinham alguma importância para ele. Nós nos tornamos descartáveis porque ele tinha abraçado um pequeno mundo que havia se transformado em sua inteira identidade. Ser gay passava por cima de compromisso, votos, responsabilidade, fé, paternidade, casamento, amizades e da comunidade. Tudo isso foi jogado para o ar por causa de sua nova identidade.
Por mais que eu tentasse salvar nosso casamento, não havia como frear o meu marido. Nosso divórcio não foi finalizado através de mediação amigável ou de advogados. Não, ele percorreu todo o caminho do litígio judicial. Meu marido queria a guarda primária dos nossos filhos. Todo o seu caso pode ser definido em uma sentença: “Eu sou gay e mereço meus direitos”. E funcionou: o juiz deu-lhe praticamente tudo o que ele queria. Em um determinado ponto, ele até disse ao meu marido: “Se você tivesse pedido mais, eu teria lhe dado”.
Eu realmente acredito que o juiz estava legislando da cátedra de juiz, desprezando os fatos do nosso caso em particular e usando-nos — usando os nossos filhos — para ajudar a influenciar processos futuros. Em nossa sociedade, os cidadãos LGBT são vistos como vítimas marginalizadas que devem ser protegidas a todo custo, mesmo que isso signifique prejudicar os direitos dos outros. Ao ignorar a injustiça cometida contra mim e meus filhos, o juiz parecia achar que ele estava corrigindo uma injustiça maior.
Meu marido nos abandonou para ir viver com o seu amante gay. Eles ganham mais dinheiro do que eu. Há dois deles e apenas uma só de mim. Mesmo assim, o juiz acreditava que eles eram a vítimas. Não importava o que eu dissesse ou fizesse, eu não tive a chance de salvar nossas crianças de serem tratadas como duas malas empurradas num vai e vém entre uma casa e a outra.
Uma nova “família gay” construída sobre as ruínas da minha. 
Meu ex-marido e seu parceiro resolveram se casar. A primeira cerimônia aconteceu antes mesmo que o nosso Estado tivesse aprovado o casamento gay. Depois que a lei foi aprovada, eles decidiram repetir a performance. Em ambos os casos, os meus filhos foram forçados — contra a minha vontade e a deles — a participar. Na segunda cerimônia, com mais de vinte casais, estações de TV locais e jornais estavam lá para documentar os primeiros casamentos gays oficializados em nosso Estado. O USA Today fez uma sessão de fotos com meu ex-marido, seu novo parceiro, meus filhos e até mesmo os avós. Eu não fui notificada de que isso estava acontecendo, nem me foi dada voz para me opor ao uso dos meus filhos como peças de propaganda na promoção do “casamento do mesmo sexo” na mídia.
Na ocasião da primeira cerimônia, o casamento gay ainda não tinha sido legalizado em nosso Estado, em nossa nação ou em nossa igreja. E o novo casamento do meu ex-marido, como a maioria das relações homem-homem, é um “relacionamento aberto” não-exclusivo. Isso envia uma mensagem clara para os nossos filhos: o que você sente passa por cima de todas as leis, promessas e autoridades superiores. Você pode fazer o que quiser, quando quiser e pouco importa quem você irá ferir ao longo do caminho.
Após fotos de nossos filhos serem publicadas, uma enxurrada de comentários e mensagens apareceram. Comentaristas exclamavam o quão bela era essa família gay e cumprimentavam o meu ex-marido e seu novo parceiro pela família que “eles haviam criado”. Mas está faltando uma pessoa crucial naquelas fotografias: a mãe e a esposa abandonada. Essa “família gay” não poderia existir sem mim.
Não há uma família gay que exista neste mundo que tenha sido criada naturalmente.
Toda família gay só pode existir através da manipulação da natureza. Por trás da fachada de muitas famílias felizes chefiadas por casais do mesmo sexo, nós vemos relacionamentos que foram construídos através da destruição de outros. Essas famílias representam alianças desfeitas, amores abandonados e responsabilidades esmagadas. Elas são construídas sobre traição, mentiras e feridas profundas.
E isso também é verdade para casais do mesmo sexo que usam tecnologias de reprodução assistida: como a barriga de aluguel ou doação de esperma para se ter filhos. Tais procedimentos exploram e mercantilizam homens e mulheres pelo seu potencial reprodutivo, tratam crianças como produtos a serem comprados e vendidos e propositadamente negam a essas crianças um relacionamento com um ou ambos os pais biológicos. Plenitude e equilíbrio não podem ser encontrados em tais famílias porque algo fundamental estará sempre faltando. Eu sou o elo que falta. Mas eu sou real e eu represento centenas e milhares de cônjuges que foram traídos e rejeitados.
Se o meu marido tivesse escolhido ficar, eu sei que as coisas não teriam sido fáceis. Mas é isso que o casamento realmente significa: fazer um voto e escolher ser fiel a esse compromisso, dia após dia. Na saúde e na doença, nos bons e maus momentos, os cônjuges devem optar por colocar a outra pessoa em primeiro lugar, amá-la, mesmo quando é difícil.
Um bom casamento não depende apenas do desejo sexual, que pode ir e vir e muitas vezes está fora de nosso controle. Ele depende da escolha de amar, honrar e ser fiel a uma única pessoa esquecendo todas as outras. É comum que os cônjuges se sintam atraídos por outras pessoas, geralmente do sexo oposto, mas pode acontecer às vezes de ser outra pessoa do mesmo sexo. Cônjuges que valorizam o casamento não agem sob  impulsos. Para os que se sentem atraídos por pessoas do mesmo sexo, permanecer fiel ao cônjuge do sexo oposto não é uma traição à sua verdadeira identidade. Pelo contrário, é uma decisão de não se permitir ser governado por suas paixões. Quando uma pessoa está determinada a permanecer fiel aos seus votos, conscientemente se esforçando para lembrar, honrar e reviver o amor que tinham por seus esposos quando eles decidiram se casar, isso só demonstra profundidade e força de caráter.
Meus filhos merecem melhor 
Nossos dois filhos pequenos foram deliberadamente e intencionalmente empurrados para um mundo de conflitos e crenças, estilos de vida e valores contraditórios, tudo em nome dos “direitos dos homossexuais”. Seu pai mudou-se para o apartamento de seu novo parceiro, que está em um condomínio habitado por dezesseis homens gays. Um dos homens tem um prostituto de 19 anos de idade, que está sempre lá “prestando-lhe serviço”. Outro homem, que funciona como a figura paterna dessa comunidade, é um homem de mais de sessenta anos que mantém um parceiro na casa dos vinte. Meus filhos são levados para festas gay onde eles são as únicas crianças e onde apenas bebidas alcoólicas são servidas. Eles são levados para jogos de beisebol transgender, eventos que levantam fundos para  direitos dos homossexuais e festivais de cinema LGBT.
Ambos os meus filhos enfrentam problemas de identidade, assim como outras crianças. No entanto, há ainda outros problemas mais profundos que eles terão que enfrentar como resultado direto das ações diretas de meu ex-marido. Meu filho é agora um adolescente em fase de amadurecimento e ele está muito interessado em garotas. Mas como ele vai aprender a lidar com esse interesse se ele está cercado por homens que buscam gratificação sexual com outros homens? Como ele vai aprender a tratar as meninas com respeito e cuidado quando seu próprio pai as rejeita e as desvaloriza? Como ele vai abraçar sua masculinidade em desenvolvimento sem o exemplo de autêntica masculinidade que é ver seu pai tratando sua esposa e família com amor, honrando os votos matrimoniais, mesmo quando é difícil?
Minha filha também sofre. Ela precisa de um pai que a incentive a abraçar sua feminilidade e beleza, mas essas qualidades são distorcidas e parodiadas no mundo de seu pai. Seu pai usa maquiagem feminina e artefatos de bondage para o Halloween. Muitas vezes ela é exposta a homens vestidos como mulheres. As paredes do condomínio onde seu pai vive estão decoradas com grandes fotos emolduradas de mulheres em posições provocantes. O que a minha pequena filha passará a acreditar sobre sua própria feminilidade e beleza? Seu pai deveria proteger sua sexualidade. Em vez disso, ele a está deformando.
Sem a orientação de ambos, mãe e pai, como os meus filhos poderão navegar nas ondas de suas identidades e sexualidade em desenvolvimento? Eu sofro ao ver como meus filhos vivem esse conflito, desesperadamente tentando fazer sentido em seu mundo.
Meus filhos e eu sofremos grandes perdas por causa da decisão do meu ex-marido ao se assumir como um homem gay e jogar fora sua vida junto com a nossa. O tempo está revelando a profundidade dessas feridas, mas eu não vou permitir que isso destrua a mim ou aos meus filhos. Eu me recuso a perder a minha fé e esperança. Eu hoje acredito com muito mais paixão no poder do casamento entre um homem e uma mulher do que no dia em que eu me casei. Deve existir uma outra alternativa para aquelas pessoas que sofrem com a atração pelo mesmo sexo. Destruição não é a única opção — não pode ser. Nossas crianças merecem o melhor de nós.
Esse tipo de devastação nunca deveria acontecer com outra criança ou cônjuge. Por favor, rogo-lhes: defendam o casamento entre um homem e uma mulher. Nós devemos assumir uma posição na defesa do casamento e das vidas preciosas que um casamento cria.

Cardeal Burke responde ao discurso do casal australiano: “Não escandalizem seus filhos ou netos”

Por Life Site News | Tradução: Fratres in Unum.com –



 Em entrevista exclusiva ao LifeSiteNews, o Cardeal Raymond Burke respondeu a uma apresentação polêmica feita por um casal australiano [Ron e Marvis Pirola] perante os 191 bispos e cardeais líderes da Igreja Católica no Sínodo Extraordinário sobre a família em curso esta semana.
Durante a intervenção, que acabou se tornando uma das mais amplamente noticiadas no Sínodo, os Pirolas perguntaram e responderam a uma pergunta sobre o que os pais deveriam fazer caso seu filho quisesse trazer o seu parceiro homossexual para um jantar de Natal em que seus netos estivessem presentes.
A resposta dos Pirolas, que eles defenderam como um modelo para a maneira como a Igreja Católica deveria lidar com relacionamentos de pessoas do mesmo sexo, foi que os pais deveriam aceitar a participação do filho e de seu parceiro homossexual sabendo que “seus netos iriam vê-los acolhendo o filho e seu parceiro na família.”
O Cardeal de Westminster, Dom Vincent Nichols, revelou em seguida que alguns Padres sinodais reagiram à breve intervenção do casal de maneira “muito calorosa, com aplausos.”
Em declarações ao LifeSiteNews em um curto intervalo do Sínodo ontem, o Cardeal Burke, prefeito da Assinatura Apostólica no Vaticano, referiu-se à “pergunta” dos Pirolas como uma questão delicada, que precisa ser tratada de maneira “calma, serena, razoável e cheia de fé.”
“Se as relações homossexuais são intrinsecamente desordenadas, o que de fato são — a razão e também a nossa fé nos ensinam — então, o que significaria para os netos terem presentes em uma reunião de família um membro da família que está vivendo [em] uma relação desordenada com outra pessoa?”, indagou o cardeal.
Burke acrescentou: “não queremos que os nossos filhos tenham a ‘impressão’ de que as relações sexuais fora do plano de Deus são corretas, ao parecer que toleramos atos gravemente pecaminosos por parte de um membro da família.”
“Nós não o faríamos se fosse outro tipo de relacionamento — algo que fosse profundamente desordenado e prejudicial –, não exporíamos nossos filhos a esse relacionamento, a experiência direta desse tipo de relacionamento. E nem deveríamos fazê-lo no contexto de um membro da família que não apenas sofre de atração pelo mesmo sexo, mas que optou por viver essa atração, por agir de acordo com essa atração, por cometer atos que são sempre e em todo lugar errados e maus.”
Ele acrescentou, no entanto, que “as famílias precisam encontrar uma maneira de ficar próximas de um filho nessa situação – de um filho ou neto, ou o que quer que seja –, a fim afastar a pessoa de um relacionamento desordenado.”
Os receios do Cardeal Burke foram compartilhados pelo Voice of the Family, uma coalizão de 15 grandes grupos pró-vida e pró-família de todos os continentes, que chamou de “prejudicial” a intervenção dos Pirolas.
“O acolhimento sem ressalvas de casais homossexuais em ambientes familiares e paroquiais, na realidade, prejudica a todos, ao servir para normalizar a desordem da homossexualidade”, disse o porta-voz do Voice of the Family, Maria Madise, em um comunicado de imprensa.
Em entrevista à Aleteia, o padre Paul Check, chefe do Courage, o grupo católico que trabalha para ajudar as pessoas com atração pelo mesmo sexo a viverem uma vida casta, respondeu à pergunta, salientando que: “Nós nunca podemos ser mais pastorais do que Jesus.”
Ele acrescentou: “Acolher as pessoas na Igreja, em nossas casas, em conversa… ‘aceitá-las’ de maneira autenticamente semelhante a de Cristo nunca implicaria barganhar com a verdade.” Um exemplo disso seria “dizer a alguém, de alguma forma: “Bom, isso é o melhor que você pode fazer.”
A pergunta completa e a resposta do Cardeal Burke:
LifeSiteNews: Como os pais católicos evem lidar com uma situação difícil como esta:
Ao planejar um encontro familiar de Natal com os netos presentes, os pais são indagados por seu filho, que está em um relacionamento homossexual, se ele pode levar consigo seu parceiro homossexual? Ao aplicar esses princípios, como as paróquias deveriam lidar com casais abertamente homossexuais que se aproximam da Santa Comunhão e que buscam cargos de liderança dentro da paróquia?
Cardeal Burke:
Esta é uma questão muito delicada, e é ainda mais delicada pela agressividade da agenda homossexual. Mas é preciso abordar esse tema de maneira muito calma, serena, razoável e cheia de fé. Se as relações homossexuais são intrinsecamente desordenadas, e de fato o são – a razão nos ensina isso e também a nossa fé – então, o que significaria para os netos terem presentes em uma reunião familiar um membro da família que está vivendo [em] uma relação desordenada com outra pessoa?
Se fosse outro tipo de relacionamento – algo que fosse profundamente desordenado e prejudicial– não exporíamos nossas crianças a esse tipo de relacionamento, à experiência direta dele. Assim, tampouco deveríamos fazê-lo no contexto de um membro da família que não apenas sofre de atração pelo mesmo sexo, mas que optou por viver essa atração,por agir de acordo com ela, cometer atos que são sempre e em todo lugar errados e maus.
E assim, as famílias precisam encontrar uma maneira de ficar próximas de um filho nesta situação – de um filho ou neto, ou o que quer que seja -, a fim afastar a pessoa de um relacionamento desordenado.”
E sabemos que com o tempo, esses relacionamentos deixam a pessoa profundamente infeliz. E por isso é importante nos mantermos o mais próximos que pudermos. Mas, essa forma particular de relacionamento não deve ser imposta aos membros da família, e especialmente a crianças impressionáveis​​. E exorto os pais ou avós — quem quer que seja – que sejam muito, muito prudentes neste assunto e não escandalizem os seus filhos ou netos.
Há tantas coisas em nossa sociedade hoje em dia que estão passando a mensagem de que qualquer forma de relação sexual, se de alguma forma ela lhe agrada — ou se você estiver atraído para ela — está bem,está correta. E nós não queremos que nossos filhos tenham essa impressão, ao parecer que estamos tolerando atos gravemente pecaminosos por parte de ummembro da família.
Certamente, essa é uma fonte de grande sofrimento, mas o esforço para fazer o que é certo e bom sempre envolve sofrimento. E, neste caso, certamente envolverá sofrimento. Mas que o sofrimento seja realmente redentor ao final.
Já com relação às paróquias, a situação é muito semelhante, porque a paróquia é –creio que foi São João Paulo II que  disse certa vez – uma “família de famílias”. E assim, se você tiver paroquiano que esteja vivendo em pecado público em um relacionamento homossexual, bem, o sacerdote deve tentar se aproximar dessa pessoa — ou de ambos, se forem católicos — e tentar ajudá-los a deixar o relacionamento pecaminoso e começar uma vida casta. O pastor[deve] incentivá-los também a rezar e a participar da Missa dominical e de outras maneiras adequadas para tentar superar o pecado grave em suas vidas.
Essas pessoas [que] estão vivendo dessa forma certamente não poderão ter qualquer papel de liderança na paróquia, porque daria a impressão aos paroquianos que a forma como elas estão vivendo é perfeitamente boa. Porque, [quando] dirigimos uma paróquia, de certa forma, estamos dando testemunho de uma vida católica coerente. E as pessoas que não são coerentes com a sua fé católica não recebem funções de liderança. Não lhes pedimos, por exemplo, que sejam leitores na Santa Missa – ou que assumam outra posição de liderança – até que elas tenham retificado sua situação e passado por uma conversão de vida e estejam prontas a dar esse tipo de liderança.
Por um lado, certamente haverá escândalo entre os paroquianos no que diz respeito a uma parte muito importante da nossa vida, a nossa sexualidade, [e] o que ela significa. Por outro lado, não é bom para as duas pessoas envolvidas no relacionamento desordenado porque também lhes dá a ideia de que a Igreja de alguma forma aprova o que elas estão fazendo.

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